Recife-PE / PE

TIG Periferia

Instituições de Ensino Superior

Fortalecer comunidades vulneráveis por meio de mapeamento participativo, letramento climático e uso de SIG, promovendo educação climática, justiça socioambiental, redução de riscos, planejamento comunitário e participação popular na adaptação às mudanças climáticas.

Dados do Proponente

Segmento do Proponente
Públicas Cursos de graduação, cursos de pós-graduação, núcleos de pesquisa, projetos de extensão
Instituição
Universidade Federal de Pernambuco
Observações sobre a IES
Departamento de Ciências Geográficas - Projeto de extensão TIG Periferia

Dados da Campanha

Com quem
A campanha alcançou moradores de comunidades vulneráveis da Região Metropolitana do Recife, especialmente lideranças comunitárias, mulheres, jovens, estudantes e famílias expostas a enchentes, alagamentos e outros impactos das mudanças climáticas.
Para quem
A campanha alcançou moradores de comunidades vulneráveis da Região Metropolitana do Recife, especialmente lideranças comunitárias, mulheres, jovens, estudantes e famílias expostas a enchentes, alagamentos e outros impactos das mudanças climáticas.
Onde
A campanha foi realizada em comunidades vulneráveis da Região Metropolitana do Recife, com ações em Vila Arraes, Sete Mocambos, Vila Sul, Caranguejo Tabaiares, Muribeca, Ibura, Bode (Pina) e Forte Tejipió, além de atividades formativas na UFPE e em escolas públicas.
Como
Foram realizados mapeamentos participativos, oficinas de letramento climático, cursos de SIG, levantamentos comunitários, produção de mapas e diagnósticos socioambientais, além de ações educativas, rodas de conversa, formação de lideranças e elaboração de materiais de comunicação e monitoramento climático.
Quando
A campanha foi realizada entre agosto de 2023 e agosto de 2025, por meio de ações contínuas de extensão, formação comunitária, oficinas, mapeamentos participativos e atividades de educação climática em comunidades da Região Metropolitana do Recife.

Eixos Temáticos e Riscos

Eixos Temáticos
Eixo 1. Prevenção começa antes: conhecer o risco para proteger a vida Eixo 2. Desastres não são naturais: justiça climática e direito à vida Eixo 3. Quando a água invade: inundações, alagamentos e o cotidiano do risco Eixo 5. Calor extremo e seca: quando o clima afeta o corpo e a cidade Eixo 4. Morar no morro: deslizamentos, chuvas intensas e proteção do território
Riscos e Desastres Abordados
Deslizamento de terra Alagamento Erosão costeira Enchente Ondas de calor Inundação Aumento do nível do mar Doenças transmissíveis

Parcerias e Alcance Social

Parcerias
  • Gris solidário, CENDECH, Rede Gera, Somos todos Muribeca, Caranguejo Tabaiares resiste e moradores das comunidades
Alcance Social
Educadores e profissionais da educação superior Estudantes (Educação Superior) Lideranças comunitárias e agentes locais (como agentes de saúde, membros do NUPDEC - Núcleo Comunitário de Proteção e Defesa Civil) Moradores da comunidade
Diversidade e Inclusão
Pessoas com Deficiência Pessoas Idosas Povos tradicionais e originários Pessoas LGBTQIA+ Mulheres Crianças

Materiais e Ações Realizadas

Materiais Produzidos
  • Publicações no Instagram do TIG Periferia

Dados Utilizados

Dados Utilizados
Dados científicos (Cemaden, Inpe, outros) Dados de monitoramento local (mapa de contingência municipal, pluviômetros, nível dos rios) Materiais educacionais do Cemaden Educação (Jornadas Pedagógicas, cursos, publicações) e/ou da Secretaria Nacional de Periferias (cursos, cartilhas, vídeos, publicações) Dados locais produzidos de forma participativa (como mapeamento participativo, desenhos, relatos das pessoas)
Como os Dados Foram Utilizados
O projeto fortaleceu comunidades vulneráveis da RMR por meio de mapeamentos participativos, oficinas de letramento climático e formação comunitária. Foram produzidos mapas, diagnósticos socioambientais e planos de ação climática, além da capacitação de estudantes, lideranças e moradores para monitoramento climático e gestão territorial participativa.

Resultados

Resultados
  • Mobilização de crianças, adolescentes e jovens como multiplicadores
  • Reconhecimento e valorização dos saberes da comunidade
  • Integração entre diversas pessoas e instituições da comunidade, como escola, órgãos públicos, coletivos, organizações da sociedade civil
  • Acesso à informação e garantia de direitos com a ampliação do conhecimento sobre mudanças do clima, prevenção de riscos de desastres e justiça climática
  • Inclusão de grupos em situação de maior vulnerabilidade socioambiental e expostos aos riscos de desastre da comunidade
  • Uso de linguagem acessível ao território
  • Estímulo à participação de moradores/estudantes e ao protagonismo comunitário
  • Inclusão de idosos, pessoas com deficiência (PCD), povos originários, comunidades tradicionais, pessoas Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais, Queer, Intersexo, Assexuais, (LGBTQIA+) e outras
  • Fortalecimento de articulação com políticas locais para prevenção e redução de risco de desastre na comunidade

Reflexão Final

O que Deu Certo
Fortalecimento das comunidades por meio do mapeamento participativo, formação de lideranças, oficinas de letramento climático e produção de diagnósticos socioambientais. O projeto ampliou a integração entre universidade e comunidade e fortaleceu redes locais de justiça climática.
O que Pode Melhorar
Ampliação do número de comunidades atendidas, maior continuidade das ações nos territórios, fortalecimento do apoio institucional e ampliação dos recursos para equipamentos, transporte, comunicação e formação contínua de moradores e estudantes.
Continuidade do Projeto
Sim, porém em outro projeto o PCRA no qual está acontecendo atividades em outras comunidades e os moradores foram escalados como agentes comunitários pra ajudar os estudantes e professores envolvidos no projeto.

Links e Materiais de Apoio