Francisco Morato / SP

“Mapa Vivo do Risco” — Cartografia comunitária feita pelos alunos

Órgãos públicos

Promover a percepção de risco e a cultura de prevenção em áreas vulneráveis de Francisco Morato, envolvendo estudantes na identificação de encostas, pontos de alagamento e problemas urbanos, fortalecendo o olhar crítico sobre o território e a proteção da vida.

Dados do Proponente

Segmento do Proponente
Esfera estadual
Instituição
Etec Francisco Morato

Dados da Campanha

Com quem
A campanha a ser desenvolvida com estudantes do 2º ano do ensino médio da ETEC Francisco Morato, professores, comunidade escolar e moradores locais, com apoio de lideranças comunitárias e participação colaborativa no mapeamento e levantamento de informações.
Para quem
Para moradores de áreas vulneráveis, comunidade escolar e população local, buscando ampliar a conscientização sobre prevenção de riscos, mudanças climáticas e segurança nos territórios urbanos
Onde
Em bairros e comunidades de Francisco Morato com histórico de vulnerabilidade socioambiental, especialmente áreas de morro, encostas e locais sujeitos a alagamentos e deslizamentos. Um total de 12 bairros a serem trabalhados.
Como
Mapeamentos comunitários, registros fotográficos, entrevistas com moradores, caminhadas investigativas, produção de mapas de risco, debates em sala, painéis educativos e ações de conscientização sobre prevenção de desastres e proteção do território. Uso de câmaras fotográficas, celulares e impressões.
Quando
Durante o ano letivo de 2026, entre os meses de maio e novembro, envolvendo atividades de pesquisa, mobilização comunitária e produção educativa desenvolvidas pelos estudantes.

Eixos Temáticos e Riscos

Eixos Temáticos
Eixo 1. Prevenção começa antes: conhecer o risco para proteger a vida Eixo 4. Morar no morro: deslizamentos, chuvas intensas e proteção do território
Riscos e Desastres Abordados
Deslizamento de terra Alagamento Enchente Doenças transmissíveis

Parcerias e Alcance Social

Parcerias
  • Jailson Araujo, Humberto, Jair Araujo, Agnaldo Vidali
Alcance Social
Lideranças comunitárias e agentes locais (como agentes de saúde, membros do NUPDEC - Núcleo Comunitário de Proteção e Defesa Civil)
Diversidade e Inclusão
Não houve ação voltada à diversidade e inclusão

Materiais e Ações Realizadas

Materiais Produzidos
  • Panfletos pedindo apoio para o material
Ações Realizadas
  • calha para colher água e piso para impedir infiltração

Dados Utilizados

Dados Utilizados
Outras fontes de materiais educacionais
Outros Dados
Fotos e publicidade informando a importância da captura e direcionamento das águas da chuva
Como os Dados Foram Utilizados
Implantar um sistema simples de contenção e direcionamento da água da chuva por meio de calhas, canaletas e piso drenante, reduzindo erosões, enxurradas e riscos de deslizamento. A reduziu o impacto da água de forma segura, evitando acúmulo em encostas e áreas vulneráveis, além de promover conscientização sobre prevenção de riscos e adaptação às mudanças climáticas.

Resultados

Resultados
  • Reconhecimento e valorização dos saberes da comunidade
  • Uso de linguagem acessível ao território

Reflexão Final

O que Deu Certo
A participação ativa dos estudantes e moradores foi um dos principais resultados positivos da campanha, fortalecendo o olhar crítico sobre os riscos presentes no território. As atividades de campo, mapeamentos e debates ampliaram a conscientização sobre prevenção de desastres e mudanças climáticas. O envolvimento coletivo aproximou escola e comunidade, incentivando o protagonismo juvenil e a valorização do conhecimento local.
O que Pode Melhorar
Uma das dificuldades foi ampliar a participação da comunidade em todas as etapas da campanha, especialmente nas atividades externas. Também houve limitações relacionadas ao tempo disponível, deslocamento e acesso a algumas áreas de risco. Em próximas ações, é importante fortalecer parcerias com órgãos públicos e lideranças locais, além de ampliar os recursos tecnológicos e o planejamento das atividades de campo para alcançar maior impacto comunitário.
Continuidade do Projeto
Sim. A proposta é que a campanha continue como uma ação permanente da escola, envolvendo novas turmas em atividades de mapeamento, prevenção e educação ambiental. Pretende-se ampliar o levantamento das áreas de risco, atualizar os mapas produzidos pelos estudantes e fortalecer ações de conscientização junto à comunidade, criando uma cultura contínua de prevenção e cuidado com o território.