Brasília / DF

Jardins de Chuva na Serrinha – Aprendendo a Cuidar das Águas

Organizações Sociais (com ou sem CNPJ ativo)

Promover educação ambiental, prevenção de riscos climáticos e conservação das águas na Serrinha do Paranoá, por meio da implantação de jardins de chuva, sensibilização comunitária e ações participativas voltadas ao cuidado com o Cerrado e à redução de erosões, enxurradas e assoreamento.

Dados da Campanha

Com quem
A campanha foi realizada pelo Instituto Oca do Sol em parceria com moradores da Serrinha do Paranoá, voluntários, escolas, lideranças comunitárias, técnicos ambientais, estudantes e instituições apoiadoras ligadas à educação ambiental e à gestão sustentável das águas.
Para quem
A campanha alcançou moradores da Serrinha do Paranoá, estudantes, crianças, jovens, educadores, agricultores familiares, visitantes das trilhas ecológicas e integrantes da comunidade do Lago Norte e Paranoá interessados em educação ambiental e adaptação climática.
Onde
As ações ocorreram na Serrinha do Paranoá, Núcleos Rurais Córrego Urubu, Olhos D'Água, Palha, Capoeira do Bálsamo localizadas no Lago Norte e no Varjão -Distrito Federal.Locais com processos erosivos e escoamento intenso de águas pluviais.
Como
Foram implantados jardins de chuva, realizados mutirões comunitários, oficinas, palestras, plantios de mudas nativas, produção de materiais educativos, mobilização em redes sociais, monitoramento participativo das águas e ações de sensibilização sobre mudanças climáticas.
Quando
A campanha foi realizada entre 2025 e 2026
Resultados
  • Acesso à informação e garantia de direitos com a ampliação do conhecimento sobre mudanças do clima, prevenção de riscos de desastres e justiça climática
  • Integração entre diversas pessoas e instituições da comunidade, como escola, órgãos públicos, coletivos, organizações da sociedade civil
  • Mobilização de crianças, adolescentes e jovens como multiplicadores
  • Reconhecimento e valorização dos saberes da comunidade
  • Inclusão de grupos em situação de maior vulnerabilidade socioambiental e expostos aos riscos de desastre da comunidade
  • Uso de linguagem acessível ao território
  • Estímulo à participação de moradores/estudantes e ao protagonismo comunitário
  • Inclusão de idosos, pessoas com deficiência (PCD), povos originários, comunidades tradicionais, pessoas Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais, Queer, Intersexo, Assexuais, (LGBTQIA+) e outras
  • Fortalecimento de articulação com políticas locais para prevenção e redução de risco de desastre na comunidade