Salvador / BA

Cidade Sem Risco: escutando o território

Organizações Sociais

A campanha “Cidade Sem Risco: escutando o território” realizou a estruturação de sua identidade visual e narrativa, além da produção de um vídeo documental com registros da comunidade, matérias e conteúdos audiovisuais sobre os impactos das chuvas no Nordeste de Amaralina, visando mobilização e conscientização social.

Dados do Proponente

Instituição
Coletivo LGBTQIAPN+ Laleska D'Capri

Dados da Campanha

Com quem
A campanha contou com a participação do Coletivo LGBTQIAPN+ Laleska D’Capri e quesão moradores do Nordeste de Amaralina, atuando na organização inicial da ação e no levantamento de dados, relatos e materiais audiovisuais sobre os impactos das chuvas e situações de risco no território.
Para quem
A campanha tem como público principal os moradores do Nordeste de Amaralina, especialmente pessoas que vivem em áreas vulneráveis aos impactos das chuvas. A ação ainda está em desenvolvimento para uma roda de conversa que tem como objetivo descutir e sobre as situações de alagamento e o direito a cidade.
Onde
Na comunidade do Nordeste de amaralina
Como
Um video de audiovisual com o objetivo de mostrar imagens e materias feitas por moradores e pelo portal da comunidade
Quando
a campanha inicialmente fez a coletade dados e material e com o objetivo de se fazer uma roda de conversa no mês de junho

Eixos Temáticos e Riscos

Eixos Temáticos
Eixo 1. Prevenção começa antes: conhecer o risco para proteger a vida
Riscos e Desastres Abordados
Alagamento Deslizamento de terra

Parcerias e Alcance Social

Diversidade e Inclusão
Pessoas LGBTQIA+ Mulheres Pessoas Idosas

Materiais e Ações Realizadas

Materiais Produzidos
  • um mini documentario
Ações Realizadas
  • uma

Dados Utilizados

Dados Utilizados
Dados locais produzidos de forma participativa (como mapeamento participativo, desenhos, relatos das pessoas)

Resultados

Resultados
  • Acesso à informação e garantia de direitos com a ampliação do conhecimento sobre mudanças do clima, prevenção de riscos de desastres e justiça climática
  • Integração entre diversas pessoas e instituições da comunidade, como escola, órgãos públicos, coletivos, organizações da sociedade civil
  • Uso de linguagem acessível ao território
  • Inclusão de idosos, pessoas com deficiência (PCD), povos originários, comunidades tradicionais, pessoas Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais, Queer, Intersexo, Assexuais, (LGBTQIA+) e outras

Reflexão Final

O que Deu Certo
A criação do vídeo da campanha fortaleceu a mobilização inicial da ação, utilizando registros do território, conteúdos audiovisuais e informações sobre os impactos das chuvas no Nordeste de Amaralina. Também vem sendo planejada uma roda de conversa comunitária, com a proposta de envolver moradores, lideranças e membros locais no diálogo sobre prevenção, território e conscientização coletiva.
O que Pode Melhorar
A principal dificuldade encontrada foi o curto tempo para desenvolvimento completo da campanha, o que exigiu adaptações no planejamento inicial e na organização das ações. Apesar disso, a mobilização segue em construção, e futuras etapas, como a roda de conversa comunitária e maior participação de moradores e lideranças locais, poderão fortalecer ainda mais a iniciativa.
Continuidade do Projeto
Sim. A campanha prevê continuidade por meio da realização de uma roda de conversa comunitária sobre prevenção, impactos das chuvas e áreas de risco no território. Também existe a intenção de ampliar a mobilização local, envolvendo moradores, lideranças comunitárias e coletivos da região em futuras ações de conscientização e diálogo coletivo.

Links e Materiais de Apoio