Lages / SC

Áreas de Riscos Resilientes: Prevenir é Resistir

Instituições de Ensino Superior

Fazer diagnóstico e instalar sistemas de monitoramento artesanais junto às comunidades vulneráveis que vivem em áreas de riscos geológicos-geotécnicos.

Dados do Proponente

Segmento do Proponente
Cursos de graduação, cursos de pós-graduação, núcleos de pesquisa, projetos de extensão Públicas Faculdades, Centros Universitários, Centros de Educação Tecnológica
Instituição
Raquel Valério de Sousa
Observações sobre a IES
Departamento de Engenharia Ambiental e Sanitária

Dados da Campanha

Com quem
Trata-se de Projeto de Extensão em desenvolvimento na UDESC, desde 2025, em áreas do Morro Grande em Lages e Morro da Cruz em Florianópolis, em parceria com Defesa Civil estadual e municipal e professores de Departamentos afins com o tema, além dos acadêmicos extensionistas.
Para quem
Comunidades do Morro Grande (Lages) e do Morro da Cruz (Florianópolis), alunos e professores
Onde
Morro Grande (Lages) e Morro da Cruz (Florianópolis)
Como
Elaboração de pluviômetros com garrafas Pet e instalação em áreas do morro ( Florianópolis) e treinamento de moradores para a leitura.
Elaboração e instalação de estacas de madeira identificadas e treinamento de moradores para as medições de deslocamentos em períodos pré-estabelecidos
Materiais de educomunicação, como cartilhas, folders e banners.
Quando
Desde o priemiro semestre de 2025 com término previsto até 2027, com possibilidade de prorrogação.

Eixos Temáticos e Riscos

Eixos Temáticos
Eixo 1. Prevenção começa antes: conhecer o risco para proteger a vida Eixo 4. Morar no morro: deslizamentos, chuvas intensas e proteção do território Eixo 2. Desastres não são naturais: justiça climática e direito à vida
Riscos e Desastres Abordados
Deslizamento de terra

Parcerias e Alcance Social

Parcerias
  • Ester Prestes, Jane Prestes
  • Regina Panceri ( CiGERD - Florianópolis) e Sargento Ribeiro (Secretário Defesa Civil - Prefeitura Lages) e Prefeitura de Florianópolis
  • Profa Dra. Raquel Valério de Sousa - Coordenadora Projeto de Extensão; Prof Dr. Rafael Gué Martini (PAEX)r. Felipe Gontijo (Presidente CEPEDE UDESC); Prof Dr. Rafael
Alcance Social
Estudantes (Educação Superior) Lideranças comunitárias e agentes locais (como agentes de saúde, membros do NUPDEC - Núcleo Comunitário de Proteção e Defesa Civil) Agentes públicos (representantes do governo municipal, estadual ou federal) Agentes de Organizações da Sociedade Civil Moradores da comunidade
Diversidade e Inclusão
Não houve ação voltada à diversidade e inclusão

Materiais e Ações Realizadas

Materiais Produzidos
  • 2 banners, 2 cartilhas, 1 folder, Instagran: preveniresistir; Grupo de Watsapp: Áreas de Risco Resilientes:Prevenir é Resistir!
  • 2 cartilhas
  • um vídeo
Ações Realizadas
  • Mutirão de Limpeza na área de deslizamento; reconfiguração de talude baixo; instalação de estacas de monitoramento de movimentação; instalação de pluviômetros com garrafas de plástico na localidade.
  • Palestra sobre o trabalho de extensão em reunião com a comunidade e representantes governamentais, agentes de organização social civil, integrantes discentes e docente do Projeto de Extensão da UDESC: Áreas de Risco Resilientes: Prevenir é Resistir
  • Entrevistas com moradores, caminhadas pelas áreas das comunidades, visitas a locais de interesse

Dados Utilizados

Dados Utilizados
Materiais educacionais do Cemaden Educação (Jornadas Pedagógicas, cursos, publicações) e/ou da Secretaria Nacional de Periferias (cursos, cartilhas, vídeos, publicações)
Como os Dados Foram Utilizados
Foram produzidos materiais educacionais referentes às ações implementadas in loco, como mencionado anteriormente e estes materiais foram distribuídos em locais das comunidades, igreja e em reuniões de conversa com as lidernaças comunitárias.

Resultados

Resultados
  • Acesso à informação e garantia de direitos com a ampliação do conhecimento sobre mudanças do clima, prevenção de riscos de desastres e justiça climática
  • Integração entre diversas pessoas e instituições da comunidade, como escola, órgãos públicos, coletivos, organizações da sociedade civil
  • Reconhecimento e valorização dos saberes da comunidade
  • Inclusão de grupos em situação de maior vulnerabilidade socioambiental e expostos aos riscos de desastre da comunidade
  • Uso de linguagem acessível ao território
  • Estímulo à participação de moradores/estudantes e ao protagonismo comunitário
  • Fortalecimento de articulação com políticas locais para prevenção e redução de risco de desastre na comunidade

Reflexão Final

O que Deu Certo
Tendo em vista que as primeiras ações desenvolvidas diretamente com as comunidades em áreas de risco contemplou o UNICOM da UDESC, e que o Projeto de Extensão ainda está em desenvolvimento, consideramos como aspectos positivos, as ações de monitoramento artesanais para que moradores pudessem, de forma simples, acompanhar a evolução de processos de movimentos de terra. De outro modo, as ações de educomunicação também foram outro resultados positivo deste trabalho.
O que Pode Melhorar
As ações implementadas deverão ser apreferfeiçoadas no decorrer do Projeto de Extensão, com obteção de dados cientìficos e elaboração de mapas, e comparação com dados oficiais de órgãos governamentais, a exemplo de pluviômetros, para a quantidade de chuva. Um aspecto a ser melhorado será aumentar o engajamento dos moradores, nestes processos de monitoramento.Sim
Continuidade do Projeto
Sim, a camapanha continua durante o prazo do Projeto de Extensão. O cronograma do desenvolvimento das atividades existe e é Processo Interno da Plataforma do SIGAA/UDESC.