Cajamar / SP

Juventude Viva: Informação, Cuidado e Prevenção

Organizações Sociais

Promover oficinas de prevenção ao uso de drogas, fortalecendo o diálogo, a informação e o cuidado com crianças, adolescentes e famílias da comunidade. A campanha buscou conscientizar sobre os riscos sociais e emocionais envolvidos, incentivando a valorização da vida, da educação, da cultura e da convivência comunitária.

Dados do Proponente

Instituição
Associação de Professores e Profissionais da Educação de Cajamar

Dados da Campanha

Com quem
A campanha foi organizada pela APPEC com apoio de educadores, profissionais da educação, lideranças comunitárias, famílias e voluntários da comunidade. As ações contaram com participação de moradores do bairro e pessoas comprometidas com a proteção social e o fortalecimento da juventude local.
Para quem
A campanha alcançou crianças, adolescentes, jovens, famílias e moradores da comunidade, especialmente pessoas em situação de vulnerabilidade social. O foco principal foi o público jovem exposto diariamente à presença do tráfico, à violência e à ausência de espaços culturais e oportunidades sociais no território.
Onde
A campanha foi realizada no entorno da sede da APPEC, em bairro popular de Cajamar marcado pela presença de pontos de tráfico de drogas, poucos equipamentos culturais e forte dependência de programas sociais e assistenciais. A ação buscou fortalecer o território por meio da prevenção e do diálogo comunitário.
Como
Foram realizadas oficinas educativas, rodas de conversa, orientações preventivas, debates sobre saúde emocional, valorização da escola e fortalecimento familiar. Também foram produzidos materiais informativos e atividades comunitárias voltadas à conscientização sobre os impactos das drogas na vida pessoal, familiar e social.
Quando
A campanha foi realizada durante o ano de 2026, por meio de encontros comunitários, oficinas e ações educativas promovidas pela APPEC junto à comunidade local.

Eixos Temáticos e Riscos

Eixos Temáticos
Eixo 1. Prevenção começa antes: conhecer o risco para proteger a vida Eixo 2. Desastres não são naturais: justiça climática e direito à vida
Riscos e Desastres Abordados
Doenças transmissíveis Outro
Outros Riscos
drogas

Parcerias e Alcance Social

Parcerias
  • Professor Anderson, Adilson da Hora (membro da AMOP ( Associação de Moradores do Polvilho)sora Rose
Alcance Social
Educadores e profissionais da educação básica Lideranças comunitárias e agentes locais (como agentes de saúde, membros do NUPDEC - Núcleo Comunitário de Proteção e Defesa Civil) Moradores da comunidade
Diversidade e Inclusão
Não houve ação voltada à diversidade e inclusão

Materiais e Ações Realizadas

Materiais Produzidos
  • REDE SOCIAL : FACEBOOK E SITE
  • CARTAZES E PANFLETOS
Ações Realizadas
  • Foram realizadas reuniões, oficinas, palestras, rodas de conversa e encontros educativos voltados à prevenção ao uso indevido de drogas. Também foram divulgadas fotos e registros do grupo participante de curso de qualificação profissional, fortalecendo a conscientização, o diálogo comunitário e a valorização de oportunidades para a juventude e moradores do território.

Dados Utilizados

Como os Dados Foram Utilizados
Os materiais e ações do projeto foram utilizados em oficinas, palestras, rodas de conversa e encontros educativos sobre prevenção às drogas, valorização da educação e fortalecimento comunitário. Os certificados e registros das atividades incentivaram a participação dos jovens e reconheceram o esforço dos participantes, utilizando linguagem acessível e próxima da realidade da comunidade.

Resultados

Resultados
  • Acesso à informação e garantia de direitos com a ampliação do conhecimento sobre mudanças do clima, prevenção de riscos de desastres e justiça climática
  • Integração entre diversas pessoas e instituições da comunidade, como escola, órgãos públicos, coletivos, organizações da sociedade civil
  • Reconhecimento e valorização dos saberes da comunidade
  • Mobilização de crianças, adolescentes e jovens como multiplicadores
  • Uso de linguagem acessível ao território
  • Inclusão de grupos em situação de maior vulnerabilidade socioambiental e expostos aos riscos de desastre da comunidade
  • Estímulo à participação de moradores/estudantes e ao protagonismo comunitário
  • Inclusão de idosos, pessoas com deficiência (PCD), povos originários, comunidades tradicionais, pessoas Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais, Queer, Intersexo, Assexuais, (LGBTQIA+) e outras
  • Fortalecimento de articulação com políticas locais para prevenção e redução de risco de desastre na comunidade
  • Outros resultados

Fortalecimento do diálogo sobre prevenção às drogas, aproximação entre comunidade e educadores, incentivo à permanência escolar e valorização da cultura de cuidado coletivo no território.

Reflexão Final

O que Deu Certo
A campanha conseguiu aproximar moradores, jovens, famílias e educadores por meio de uma linguagem simples e acolhedora. As oficinas abriram espaço para escuta, diálogo e reflexão sobre prevenção às drogas e fortalecimento comunitário. A participação dos jovens e o envolvimento da comunidade mostraram a importância de ações contínuas no território.
O que Pode Melhorar
A comunidade ainda enfrenta falta de espaços culturais, lazer e oportunidades para juventude, o que limita o alcance das ações. Em próximas etapas, é importante ampliar parcerias com serviços públicos, fortalecer atividades culturais e garantir maior frequência de encontros, envolvendo mais famílias e moradores do território.
Continuidade do Projeto
Sim. A APPEC pretende dar continuidade às ações por meio de novas oficinas, rodas de conversa e atividades educativas voltadas à prevenção, fortalecimento familiar e valorização da juventude. A proposta é ampliar parcerias locais e construir ações permanentes de conscientização, cultura e participação comunitária no território.

Links e Materiais de Apoio