Laguna / SC

Projeto Sambaquis do Sul no Farol de Santa Marta em Laguna “Educação Patrimonial e Ambiental”

Organizações Sociais

Promover a conscientização sobre a importância dos sambaquis e da arte rupestre, visando à preservação e valorização do patrimônio cultural material e imaterial, por meio da educação patrimonial e ambiental e do desenvolvimento sustentável.

Dados do Proponente

Instituição
Instituto Raízes do Turismo - IRATU

Dados da Campanha

Com quem
Equipe multidisciplinar: antropólogo, turismólogo, educador ambiental e agente cultural, designer gráfico, comunicadores e editores de conteúdo audiovisual.

Instituições envolvidas (parcerias buscadas): universidades, prefeituras municipais, associações comunitárias, associações empresariais e empresas.

Coordenadores: Coorden
Para quem
Comunidades locais (moradores do entorno dos sambaquis)
Escolas e professores
Pescadores da comunidade
Turistas e visitantes
Sociedade em geral
Onde
Região: Laguna, Sul do Brasil, Santa Catarina
Praia do Cardoso, Praia Grande e Praia da Cigana
Localidades específicas: entorno dos sítios arqueológicos de sambaquis
Como
Encontros comunitários e educacionais para o planejamento de preservação e dos espaços naturais, com caminhadas culturais guiadas e palestras em escolas e comunidades.
Quando
Entre os anos de 2024 e 2025 ocorreram alguns encontros presenciais na comunidade do Farol de Santa Marta

Eixos Temáticos e Riscos

Eixos Temáticos
Eixo 2. Desastres não são naturais: justiça climática e direito à vida Eixo 1. Prevenção começa antes: conhecer o risco para proteger a vida
Riscos e Desastres Abordados
Não abordou riscos

Parcerias e Alcance Social

Parcerias
  • Diretor Allander
Alcance Social
Educadores e profissionais da educação básica Estudantes (Educação Básica) Agentes de Organizações da Sociedade Civil Moradores da comunidade
Diversidade e Inclusão
Pessoas LGBTQIA+ Mulheres Crianças Pessoas com Deficiência

Materiais e Ações Realizadas

Materiais Produzidos
  • Grupo de whatsapp
  • vídeos e fotos nas redes sociais
  • Divulgação nas redes sociais da escola e do Instituto Raízes do Turismo
Ações Realizadas
  • Visitas guiadas e com educação patrimonial e ambiental no ambiente costeiro marinho

Dados Utilizados

Dados Utilizados
Dados científicos (Cemaden, Inpe, outros) Dados de monitoramento local (mapa de contingência municipal, pluviômetros, nível dos rios) Outras fontes de materiais educacionais
Outros Dados
Cadastro Nacional de Sítios Arqueológicos no IPHAN
Como os Dados Foram Utilizados
Os dados coletados no site do IPHAN e da FCC Fundação de Cultural Catarinense foram base para os ensinos sobre a ocupação humana no litoral Catarinense. Ainda utilizamos dados dos sites da Prefeitura de Laguna e da UNESCO com as ODs.

Resultados

Resultados
  • Mobilização de crianças, adolescentes e jovens como multiplicadores
  • Reconhecimento e valorização dos saberes da comunidade
  • Uso de linguagem acessível ao território
  • Estímulo à participação de moradores/estudantes e ao protagonismo comunitário
  • Inclusão de idosos, pessoas com deficiência (PCD), povos originários, comunidades tradicionais, pessoas Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais, Queer, Intersexo, Assexuais, (LGBTQIA+) e outras
  • Integração entre diversas pessoas e instituições da comunidade, como escola, órgãos públicos, coletivos, organizações da sociedade civil
  • Acesso à informação e garantia de direitos com a ampliação do conhecimento sobre mudanças do clima, prevenção de riscos de desastres e justiça climática

Reflexão Final

O que Deu Certo
A integração entre caminhadas culturais, educação envolvendo moradores locais e material didático adaptado por faixa etária mostrou-se eficaz. O envolvimento direto de escolas e comunidades na produção de conhecimento (entrevistas, informações sobre a arqueologia experimental) gerou pertencimento. O uso de produtos temáticos sobre os sambaquis e a observação de aves no percurso aliou conscientização à educação patrimonial.
O que Pode Melhorar
O cronograma prevê mais 6 meses para formação em Turismo de Base Comunitária e qualificação local da base – prazo curto para mudança de comportamento e formalização de associações. A ausência de indicadores quantitativos claros (ex: número de pessoas capacitadas, redução de impactos) dificulta avaliação precisa.
Continuidade do Projeto
Sim. O projeto prevê, no mês 12, o planejamento de ações futuras para continuidade, com relatório final contendo recomendações. A estratégia inclui a formação de condutores ambientais certificados e a criação de roteiros turísticos comunitários que podem ser mantidos após o projeto. A continuidade depende de parcerias com prefeituras e associações locais para financiamento e gestão autônoma.

Links e Materiais de Apoio