Brasília / DF

Como cuidar de onde vivemos?

Organizações Sociais

Promover educação ambiental e mobilização comunitária no Varjão, fortalecendo o cuidado com o território por meio da valorização dos saberes tradicionais, prevenção de riscos ambientais, preservação das áreas verdes e incentivo à participação coletiva e intergeracional.

Dados do Proponente

Instituição
Casa de Onijá

Dados da Campanha

Com quem
A campanha será realizada com lideranças comunitárias, moradores do Varjão, Instituto Oca do Sol, coletivo Casa de Onijá, integrantes do Mercado Sul, artistas grafiteiras locais, pessoas indígenas e colaboradoras que contribuíram no planejamento e execução das ações.
Para quem
A campanha pretende alcançar crianças, jovens/adultos e pessoas indígenas e idosas do Varjão, envolvendo moradores da comunidade em atividades educativas, culturais e ambientais voltadas ao fortalecimento do cuidado coletivo com o território.
Onde
As ações aconteceram no Varjão (DF), envolvendo espaços comunitários, áreas verdes da região e a Serrinha do Paranoá, fortalecendo o vínculo da comunidade com o território e as nascentes locais.
Como
Serão realizados cartazes e divulgação em redes sociais, roda de conversa, cartografia social, jogo educativo “Na trilha do risco”, confecção de pluviômetro, produção coletiva de placas para áreas verdes e trilha guiada na Serrinha do Paranoá.
Quando
A campanha está sendo realizada desde março, ao longo do período de mobilização comunitária do projeto, com ações presenciais em Junho, desenvolvidas no Varjão e na Serrinha do Paranoá em datas articuladas com a comunidade local.

Eixos Temáticos e Riscos

Eixos Temáticos
Eixo 1. Prevenção começa antes: conhecer o risco para proteger a vida
Riscos e Desastres Abordados
Alagamento Seca / estiagem Ondas de calor Doenças transmissíveis

Parcerias e Alcance Social

Parcerias
  • Casa de Onijá, Grafite delas, Instituto Oca do Sol, EcoFeira, No Varjão
Alcance Social
Moradores da comunidade Estudantes (Educação Superior) Agentes públicos (representantes do governo municipal, estadual ou federal)
Diversidade e Inclusão
Pessoas Idosas Povos tradicionais e originários Pessoas LGBTQIA+ Crianças Mulheres

Materiais e Ações Realizadas

Materiais Produzidos
  • 1 jogo, 1 pluviômetro
  • 25 cartazes, 5 posts no instagram
Ações Realizadas
  • 7 reuniões, 1 roda de conversa
  • 1 cartografia social com mapeamento participativo
  • 1 jogo
  • 1 mutirão de grafite
  • 1 grafite em muro, 1 grafite em peças de madeira

Dados Utilizados

Dados Utilizados
Dados locais produzidos de forma participativa (como mapeamento participativo, desenhos, relatos das pessoas) Materiais educacionais do Cemaden Educação (Jornadas Pedagógicas, cursos, publicações) e/ou da Secretaria Nacional de Periferias (cursos, cartilhas, vídeos, publicações)
Como os Dados Foram Utilizados
Serão utilizados dados locais construídos de forma participativa por meio da cartografia social, relatos de moradores e mapeamento de riscos no território. Também serão usados materiais educativos sobre resíduos, prevenção de riscos e educação ambiental nas rodas de conversa, no jogo “Na trilha do risco” e na construção de pluviômetros. As atividades articulam saberes tradicionais, participação comunitária e reconhecimento do território como espaço de cuidado coletivo.

Resultados

Resultados
  • Mobilização de crianças, adolescentes e jovens como multiplicadores
  • Reconhecimento e valorização dos saberes da comunidade
  • Integração entre diversas pessoas e instituições da comunidade, como escola, órgãos públicos, coletivos, organizações da sociedade civil
  • Acesso à informação e garantia de direitos com a ampliação do conhecimento sobre mudanças do clima, prevenção de riscos de desastres e justiça climática
  • Uso de linguagem acessível ao território
  • Estímulo à participação de moradores/estudantes e ao protagonismo comunitário
  • Inclusão de idosos, pessoas com deficiência (PCD), povos originários, comunidades tradicionais, pessoas Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais, Queer, Intersexo, Assexuais, (LGBTQIA+) e outras

Reflexão Final

O que Deu Certo
A articulação com lideranças comunitárias, coletivos culturais e moradores fortalece a participação nas atividades e amplia o sentimento de pertencimento ao território. A roda de conversa intergeracional e a cartografia social favorecem a troca de saberes e a identificação coletiva de riscos ambientais. As ações práticas, como a produção de placas e a trilha guiada, aproximam educação ambiental, cultura e cuidado comunitário. O objetivo é ser replicado no contexto do Mercado Sul Vive.
O que Pode Melhorar
A comunicação com os moradores pode ser ampliada por meio de maior antecedência na divulgação e diversificação das estratégias de mobilização no território. Também é importante fortalecer o alinhamento e o fechamento das atividades com as instituições parceiras, garantindo melhor organização, continuidade das ações e definição coletiva de responsabilidades. Além disso, pode haver maior sistematização dos registros e avaliações das atividades realizadas.
Continuidade do Projeto
Sim. A campanha terá continuidade e será replicada no contexto do Mercado Sul Vive, fortalecendo as ações comunitárias de educação ambiental, cuidado com o território e mobilização popular. A proposta busca ampliar a participação dos moradores, integrar coletivos e parceiros locais e desenvolver novas atividades voltadas à prevenção de riscos, valorização dos saberes tradicionais e construção coletiva de soluções para os territórios.