Curitiba / PR

Oficinas Como comunicar a crise climática? Estratégias e possibilidades

Instituições de Ensino Superior

Identificar estratégias adotadas no processo de comunicação sobre
emergências climáticas;
Construir possibilidades comunicacionais de modo coletivo, com foco em
Curitiba (PR).

Dados do Proponente

Segmento do Proponente
Públicas Cursos de graduação, cursos de pós-graduação, núcleos de pesquisa, projetos de extensão
Instituição
Criselli Maria Montipó; Myrian Reginal Del Vecchio Lima
Observações sobre a IES
PPGCom UFPR

Dados da Campanha

Com quem
Jornalistas, estudantes de comunicação (Jornalismo, Relações Públicas e Publicidade e Propaganda) e comunicadores de Curitiba
Para quem
Moradores da Cidade de Curitiba e RMC
Onde
As atividades foram realizadas no Setor de Artes, Comunicação e Design (Sacod), Departamento de Comunicação (Decom) e Programa de Pós-Graduação em Comunicação (PPGCom) da UFPR, na Rua Bom Jesus, 650, bairro Juvevê.
Como
Construção de abordagens jornalísticas com enfoque em Justiça Climática. Na construção de pautas sobre o tema, o enfoque sobre Justiça Climática foi o que mais demandou esforços para que fosse evidenciado nos possíveis materiais jornalísticos gerados, com a necessidade de traduzir termos científicos ligados à crise para compreensão da população.
Quando
De 14 de outubro a 30 de outubro de 2025.

Eixos Temáticos e Riscos

Eixos Temáticos
Eixo 2. Desastres não são naturais: justiça climática e direito à vida
Riscos e Desastres Abordados
Outro
Outros Riscos
Crise climática, suas causas, problemas e possíveis soluções

Parcerias e Alcance Social

Parcerias
  • Programa de Pós-Graduação em Comunicação (PPGCom), coordenação, secretaria
Alcance Social
Educadores e profissionais da educação superior Outros públicos Estudantes (Educação Superior)
Diversidade e Inclusão
Pessoas LGBTQIA+ Mulheres Pessoas Idosas Povos tradicionais e originários Pessoas com Deficiência Crianças

Materiais e Ações Realizadas

Materiais Produzidos
  • Postagens
  • Reportagens
Ações Realizadas
  • Reuniões e oficinas

Dados Utilizados

Dados Utilizados
Dados locais produzidos de forma participativa (como mapeamento participativo, desenhos, relatos das pessoas) Outras fontes de materiais educacionais
Outros Dados
Reportagens
Como os Dados Foram Utilizados
Após as oficinas, a equipe facilitadora recebeu retorno de jornalistas participantes que produziram reportagens sobre o tema para seus portais jornalísticos, com foco nas discussões das oficinas.

Resultados

Resultados
  • Acesso à informação e garantia de direitos com a ampliação do conhecimento sobre mudanças do clima, prevenção de riscos de desastres e justiça climática
  • Integração entre diversas pessoas e instituições da comunidade, como escola, órgãos públicos, coletivos, organizações da sociedade civil
  • Uso de linguagem acessível ao território
  • Estímulo à participação de moradores/estudantes e ao protagonismo comunitário
  • Inclusão de idosos, pessoas com deficiência (PCD), povos originários, comunidades tradicionais, pessoas Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais, Queer, Intersexo, Assexuais, (LGBTQIA+) e outras
  • Fortalecimento de articulação com políticas locais para prevenção e redução de risco de desastre na comunidade
  • Outros resultados

Produção de pautas jornalísticas transversais sobre a crise climática

Reflexão Final

O que Deu Certo
Houve publicação de reportagens em portais nacionais (sobre como o Brasil pode se preparar para eventos extremos, por ser corredor para ciclones e tornados). Com título propositivo, a reportagem mapeou causas e consequências dos fenômenos e apontou possíveis soluções para cidades e populações se prepararem. Outra reportagem tratou da relação entre risco climático e mercado de seguros. As repórteres incluíram o debate sobre a Justiça Climática e a necesside de políticas públicas.
O que Pode Melhorar
Algumas temáticas estão ainda restritas a alguns grupos (questões de gênero, raça e classe). As oficinas denunciam um sistema que invisibiliza grupos afetados, fator que impossibilita a reflexão crítica sobre promoção de vida digna às populações. A ainda frágil associação entre gênero e Justiça Climática está relacionada a fatores estruturais, com falta de ênfases e discussões contínuas de temas complexos, além da dificuldade de compreensão das imbricações entre injustiça climática e cotidiano.
Continuidade do Projeto
O intuito é ampliar a rede de parcerias, com a oferta de novas oficinas para expansão de públicos (comunicadores, educadores) acerca das potencialidades da comunicação para a sensibilização sobre a situação de emergência climática, junto a sindicatos e federações de jornalistas. A principal atividade com comunicadores será delimitar ações de comunicação climática para agentes envolvidos, gerar documentos que guiem a prática comunicativa acerca da crise climática de forma propositiva e crítica.

Links e Materiais de Apoio