Água, Território e Vida: aprender para prevenir desastres socioambientais
Órgãos públicos
Sensibilizar as crianças para a importância da água, do cuidado com o território e da prevenção de desastres socioambientais, fortalecendo percepções relacionadas às chuvas intensas, alagamentos, erosão do solo e deslizamentos. A campanha também buscou estimular protagonismo infantil, inclusão, participação comunitária e proteção coletiva.
Dados do Proponente
Segmento do Proponente
Esfera municipalDefesas Civis
Instituição
SECRETARIA DE PROTEÇÃO E DEFESA CIVIL DE CAMARAGIBE
Dados da Campanha
Com quem
A campanha foi promovida pela Defesa Civil de Camaragibe, em parceria com a Escola Municipal Santa Teresa, Secretaria de Educação, Secretaria da Mulher, Universidade Federal de Pernambuco e Grupo de Engenharia Geotécnica de Encostas, Planícies e Desastres. As ações envolveram estudantes do 1º e 2º ano, professores, famílias e comunidade local.
Para quem
A campanha alcançou crianças, famílias, comunidade escolar e moradores da comunidade Alto Céu Azul, no bairro do Timbi, em Camaragibe, especialmente pessoas expostas a riscos socioambientais relacionados às chuvas intensas, alagamentos e deslizamentos.
Onde
As atividades foram realizadas na Escola Municipal Santa Teresa e na comunidade Alto Céu Azul, localizada no bairro do Timbi, em Camaragibe, território marcado por vulnerabilidades socioambientais associadas às chuvas intensas, alagamentos, erosão do solo e riscos de deslizamentos.
Como
Foram realizadas rodas de diálogo, leitura da história “Júlia e o Alagamento”, desenhos, registros, construção de maquetes da comunidade, simulação da chuva, monitoramento das chuvas com o PluviPET, observação do território, oficinas de arte e exposição coletiva. As atividades trabalharam inclusão, percepções socioambientais e prevenção de riscos.
Quando
A campanha foi realizada entre os meses de março e maio de 2026, no turno da manhã, envolvendo atividades pedagógicas, monitoramento climático, rodas de diálogo, oficinas, exposição e culminância com participação da comunidade e parceiros institucionais.
Eixos Temáticos e Riscos
Eixos Temáticos
Eixo 1. Prevenção começa antes: conhecer o risco para proteger a vidaEixo 4. Morar no morro: deslizamentos, chuvas intensas e proteção do território
Riscos e Desastres Abordados
Deslizamento de terraAlagamentoInundaçãoOutro
Outros Riscos
Erosão do solo
Parcerias e Alcance Social
Parcerias
Escola Municipal Santa Teresa, UFPE/GEGEP
Secretaria de Educação; Secretaria da Mulher/Vice-prefeita, Defesa Civil
Representante do Conselho Escolar, represente de mães
Grupo de Teatro de Camaragibe
Alcance Social
Educadores e profissionais da educação básicaEducadores e profissionais da educação superiorEstudantes (Educação Básica)Agentes públicos (representantes do governo municipal, estadual ou federal)Agentes de Organizações da Sociedade CivilMoradores da comunidadeOutros públicos
Diversidade e Inclusão
Pessoas com DeficiênciaCrianças
Materiais e Ações Realizadas
Ações Realizadas
Amostra dos desenhos das crianças.
Mural sobre a história de Júlia e a rua alagada.
Foram 05 encontros integrando planejamento, oficinas, roda de conversa e debates
Dados Utilizados
Dados Utilizados
Dados científicos (Cemaden, Inpe, outros)Dados locais produzidos de forma participativa (como mapeamento participativo, desenhos, relatos das pessoas)Materiais educacionais do Cemaden Educação (Jornadas Pedagógicas, cursos, publicações) e/ou da Secretaria Nacional de Periferias (cursos, cartilhas, vídeos, publicações)
Como os Dados Foram Utilizados
Os alertas do Cemaden e a coleção do “Nós no clima da mudança: caminhos de educação e justiça climática.” apoiaram rodas de diálogo, leitura da comunidade e atividades sobre chuvas intensas, alagamentos, erosão do solo e deslizamentos. As crianças realizaram observações do território, desenhos, maquetes, registros e monitoramento das chuvas com o PluviPET, fortalecendo percepções socioambientais, prevenção e cuidado com o território.
Resultados
📊 Resultados
Acesso à informação e garantia de direitos com a ampliação do conhecimento sobre mudanças do clima, prevenção de riscos de desastres e justiça climática
Integração entre diversas pessoas e instituições da comunidade, como escola, órgãos públicos, coletivos, organizações da sociedade civil
Mobilização de crianças, adolescentes e jovens como multiplicadores
Reconhecimento e valorização dos saberes da comunidade
Inclusão de grupos em situação de maior vulnerabilidade socioambiental e expostos aos riscos de desastre da comunidade
Uso de linguagem acessível ao território
Estímulo à participação de moradores/estudantes e ao protagonismo comunitário
Inclusão de idosos, pessoas com deficiência (PCD), povos originários, comunidades tradicionais, pessoas Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais, Queer, Intersexo, Assexuais, (LGBTQIA+) e outras
Fortalecimento de articulação com políticas locais para prevenção e redução de risco de desastre na comunidade
Reflexão Final
O que Deu Certo
O envolvimento da Defesa Civil, da escola, da Secretaria da Mulher, das famílias, das crianças e dos parceiros institucionais fortaleceu o diálogo sobre prevenção, proteção social e cuidado com o território. As atividades acessíveis, lúdicas e participativas favoreceram inclusão, protagonismo infantil e valorização das vivências da comunidade. As crianças passaram a identificar riscos socioambientais e refletir sobre formas de proteção coletiva, adaptação e cuidado com o lugar onde vivem.
O que Pode Melhorar
Ampliar o tempo das atividades e fortalecer ainda mais a participação das famílias e da comunidade nas ações externas ao espaço escolar. Também é importante ampliar materiais acessíveis, continuidade do monitoramento local e mais momentos de diálogo com instituições parceiras sobre adaptação climática, proteção social e prevenção de desastres socioambientais.
Continuidade do Projeto
Sim. A continuidade das ações está prevista por meio do observatório do clima na escola, monitoramento das chuvas com o PluviPET, rodas de diálogo, atividades pedagógicas e fortalecimento das parcerias entre a Defesa Civil, Secretaria da Mulher, UFPE, escola e comunidade. A proposta é seguir ampliando a educação para redução de riscos de desastres socioambientais, cuidado com o território e participação das crianças e famílias.
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