Paracambi / RJ

Atividade de Percepção de Calor

Órgãos públicos

A campanha buscou compreender a percepção térmica da população de Paracambi, relacionando-a a dados meteorológicos para identificar áreas críticas e grupos vulneráveis ao estresse térmico. Os resultados subsidiarão a criação de um Protocolo de Níveis de Calor e ações de adaptação e resposta a eventos de temperaturas extremas e ondas de calor.

Dados do Proponente

Segmento do Proponente
Esfera municipal Secretarias e Departamentos
Instituição
Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Clima de Paracambi

Dados da Campanha

Com quem
A atividade foi realizada em parceria com o Laboratório de Estudos da IntegraçãoSociedade Atmosfera (LISA) vinculado a Universidade do Estado do Rio deJaneiro (UERJ) e com a equipe da Subsecretaria de Clima da Secretaria de Meio Ambiente e Clima de Paracambi.
Para quem
População pacambiense
Onde
Município de Paracambi
Como
A atividade foi realizada por meio da aplicação de um questionário com perguntas objetivas e subjetivas e foi aplicado em duas áreas urbanizadas do município de Paracambi: a região central e o bairro de Lages (na praça Cara Nova e praça do Miro), permitindo a comparação da percepção de conforto térmico em diferentes contextos urbanos.
Quando
23/03/26 e 24/03/26

Eixos Temáticos e Riscos

Eixos Temáticos
Eixo 5. Calor extremo e seca: quando o clima afeta o corpo e a cidade
Riscos e Desastres Abordados
Ondas de calor

Parcerias e Alcance Social

Parcerias
  • Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Clima e Secretaria Municipal de Comunicação e Juventude
  • Laboratório de Estudos da Interação Sociedade Atmosfera (LISA) da UERJ
Alcance Social
Moradores da comunidade
Diversidade e Inclusão
Mulheres Pessoas Idosas

Materiais e Ações Realizadas

Materiais Produzidos
  • Questionários impressos de percepção de calor
  • Vídeo de story no instagram do LISA (@lisa.uerj)
Ações Realizadas
  • Aplicação de questionários impressos de percepção de calor

Dados Utilizados

Dados Utilizados
Dados locais produzidos de forma participativa (como mapeamento participativo, desenhos, relatos das pessoas) Dados de monitoramento local (mapa de contingência municipal, pluviômetros, nível dos rios)
Como os Dados Foram Utilizados
A campanha utilizou questionários impressos para coletar a percepção térmica da população. Durante a atividade, foram instaladas temporariamente duas estações meteorológicas em bairros distintos (Centro e Lages). As estações registraram dados de temperatura, umidade do ar, direção e intensidade do vento, precipitação e radiação solar. A integração dessas informações permitirá a aplicação da metodologia PET (Physiological Equivalent Temperature), para a elaboração de protocolo de níveis de calor.

Resultados

Resultados
  • Reconhecimento e valorização dos saberes da comunidade
  • Fortalecimento de articulação com políticas locais para prevenção e redução de risco de desastre na comunidade

Reflexão Final

O que Deu Certo
A atividade apresentou resultados positivos, destacando a integração entre as equipes da SEMAC e do LISA, que atuaram de forma colaborativa em todas as etapas da campanha. Em apenas dois dias, foram aplicados 470 questionários, evidenciando o engajamento da população de Paracambi. Além disso, a instalação das estações meteorológicas permitiu a coleta de dados ambientais importantes, fortalecendo a qualidade técnica do estudo sobre conforto e desconforto térmico no município.
O que Pode Melhorar
A atividade pode ser aprimorada com a ampliação da campanha para outras localidades do município, permitindo uma análise mais abrangente das condições térmicas em diferentes bairros. Além disso, o aumento da equipe de campo contribuiria para ampliar o alcance da aplicação dos questionários e otimizar a coleta de dados meteorológicos, possibilitando maior cobertura espacial e temporal das informações obtidas.
Continuidade do Projeto
Sim. A continuidade da campanha está prevista com foco na análise dos 470 questionários aplicados e na integração desses dados às informações meteorológicas coletadas em campo. A próxima etapa será a aplicação da metodologia PET (Physiological Equivalent Temperature), que subsidiará a elaboração de um decreto municipal voltado à criação de um protocolo de níveis de calor e medidas associadas ao conforto e desconforto térmico da população.